NEWS

MC&A presta assessoria ao grupo japonês Mitsui

A sociedade de advogados MC&A prestou assessoria jurídica ao grupo japonês Mitsui no âmbito da operação de aquisição da participação de 15% da construtora de autocarros CaetanoBus.

A sociedade de advogados portuguesa MC&A prestou assessoria jurídica ao grupo japonês Mitsui, no âmbito da operação de aquisição da participação de 15% da construtora de autocarros CaetanoBus, que é agora detida por uma das principais empresas mundiais de comércio e investimento em conjunto com o grupo Salvador Caetano. Em causa está a expansão para novos mercados e o reforço da aposta na mobilidade eléctrica.

O sócio fundador da MC&A, Vítor Marques da Cruz, e os advogados Ricardo Néry, Luís Leão Neves e Marco Correia Gadanha acompanharam o processo, dando apoio nas várias fases desenvolvidas no Reino Unido, na Alemanha e em Portugal.

Através desta nova operação, com a participação estratégica da Mitsui, a CaetanoBus terá a possibilidade de se promover e expandir a sua presença a nível mundial, com especial enfoque no mercado europeu e na Ásia.

A empresa portuguesa de construção de autocarros tem apostado no desenvolvimento da mobilidade eléctrica com a sua linha de autocarros eléctricos City Gold, comercializados por toda a Europa, e através da Cobus no segmento de autocarros de aeroporto, onde é líder mundial e para o qual começou, em 2015, a produzir unidades 100% eléctricas.

“O resultado desta operação vai trazer grandes benefícios para a nossa economia: estamos a falar de uma parceria estratégica que trará mais investimento para uma nova unidade de produção, como já foi anunciado pela empresa, e potenciará a entrada da CaetanoBus noutros mercados, com todas as vantagens que daí advirão no que respeita às exportações e à criação de emprego.”

Vítor Marques da Cruz
Sócio fundador da MC&A Advogados

“Foi um processo bastante desafiante, mas que de forma geral decorreu com grande naturalidade”, conta Vítor Marques da Cruz, que explica que o processo, desenvolvido em várias etapas, foi acompanhado “com um envolvimento profundo em todas as questões”.

O advogado considera ainda que o resultado desta operação vai trazer benefícios para a economia nacional: “estamos a falar de uma parceria estratégica que trará mais investimento para uma nova unidade de produção, como já foi anunciado pela empresa, e potenciará a entrada da CaetanoBus noutros mercados, com todas as vantagens que daí advirão no que respeita às exportações e à criação de emprego“.

No âmbito da estratégia de desenvolvimento para a mobilidade elétrica e expansão para novos
mercados, a CaetanoBus iniciou recentemente um processo de recrutamento para contratar novos colaboradores para a sua unidade de produção de Vila Nova de Gaia. O novo projecto fabril da CaetanoBus irá criar 80 novos postos de trabalho, afectos sobretudo às áreas de engenharia de produção.

Tendo registado um volume de negócios na ordem dos 55 milhões de euros no ano de 2016, a CaetanoBus apresenta-se como o maior fabricante de carroçarias e autocarros em Portugal, exportando cerca de 90% da produção.


Advocatus, 05-02-2018

Descarregar artigo em formato PDF

Grupo japonês adquire 15% do negócio de autocarros da CaetanoBus

O grupo japonês Mitsu adquiriu 15% da CaetanoBus, participando minoritariamente no capital social desta empresa e no negócio de autocarros do Grupo Salvador Caetano, confirmou hoje a administração da firma portuguesa.

Numa resposta escrita enviada à agência Lusa, a CaetanoBus refere que esta operação estava a ser negociada desde 2016, tendo sido concretizada em 15 de Dezembro.

Em causa uma “participação minoritária no capital social da CaetanoBus e no negócio de autocarros do Grupo Salvador Caetano”, refere a nota.

“[Esta operação tem em vista] o desenvolvimento da mobilidade elétrica, a contribuição para a redução da poluição atmosférica, a expansão dos nossos mercados e a globalização dos nossos produtos”, acrescenta a administração da CaetanoBus que se localiza em Vila Nova de Gaia, distrito do Porto.

Por sua vez, a sociedade de advogados MC&A conta, em comunicado, que prestou assessoria jurídica ao grupo Mitsui no âmbito da operação de aquisição da participação de 15% da CaetanoBus, descrevendo a empresa japonesa como “uma das principais empresas mundiais de comércio e investimento em conjunto com o grupo Salvador Caetano”.

Já a resposta da CaetanoBus mostra expectativa de que o grupo Mitsui “irá contribuir para a promoção dos autocarros eléctricos da CaetanoBus para a Europa, Ásia e para o resto do mundo.

“Com a aliança entre a CaetanoBus e a Mitsui pretende-se que, em termos de vendas, o e.City Gold e o chassis eléctrico, representem já em 2025 mais de 1.000 unidades vendidas por ano”, refere a empresa portuguesa.

O grupo Mitsui é um aglomerado de empresas, fundado em 1947, que se dedica a negócios ligados à venda de produtos e logística à escala mundial, financiamento e desenvolvimento de infraestruturas internacionais.

Somam-se projectos nas áreas do ferro, aço, minerais, sistemas integrados de transporte, química, energia, alimentação, e gestão de serviços ligados à indústria alimentar, saúde, novas tecnologias de comunicação e desenvolvimento corporativo de negócios.

Por sua vez, a CaetanoBus, fundada em 1946, por Salvador Fernandes Caetano, é considerada o maior fabricante de carroçarias e autocarros em Portugal, tendo autocarros para os segmentos de turismo, urbano e serviço de aeroporto.

Numa descrição disponibilizada à Lusa, a empresa diz ser “líder no mercado de autocarros de aeroporto COBUS, apresentando uma clara vantagem competitiva a nível mundial neste segmento, com uma quota de mercado superior a 75%”, o que corresponde a uma frota de cerca de 3.500 veículos em operação nos aeroportos de uma centena de países.


Notícias ao Minuto, 02-02-2018

Descarregar artigo em formato PDF

Grupo japonês adquire 15% do negócio de autocarros da CaetanoBus

O grupo japonês Mitsu adquiriu 15% da CaetanoBus, participando minoritariamente no capital social desta empresa.

O grupo japonês Mitsu adquiriu 15% da CaetanoBus, participando minoritariamente no capital social desta empresa e no negócio de autocarros do Grupo Salvador Caetano, confirmou hoje a administração da firma portuguesa.

Numa resposta escrita enviada à agência Lusa, a CaetanoBus refere que esta operação estava a ser negociada desde 2016, tendo sido concretizada em 15 de Dezembro.

Em causa uma “participação minoritária no capital social da CaetanoBus e no negócio de autocarros do Grupo Salvador Caetano”, refere a nota.

“[Esta operação tem em vista] o desenvolvimento da mobilidade eléctrica, a contribuição para a redução da poluição atmosférica, a expansão dos nossos mercados e a globalização dos nossos produtos”, acrescenta a administração da CaetanoBus que se localiza em Vila Nova de Gaia, distrito do Porto.

Por sua vez, a sociedade de advogados MC&A conta, em comunicado, que prestou assessoria jurídica ao grupo Mitsui no âmbito da operação de aquisição da participação de 15% da CaetanoBus, descrevendo a empresa japonesa como “uma das principais empresas mundiais de comércio e investimento em conjunto com o grupo Salvador Caetano”.

Já a resposta da CaetanoBus mostra expectativa de que o grupo Mitsui “irá contribuir para a promoção dos autocarros eléctricos da CaetanoBus para a Europa, Ásia e para o resto do mundo.

“Com a aliança entre a CaetanoBus e a Mitsui pretende-se que, em termos de vendas, o e.City Gold e o chassis eléctrico, representem já em 2025 mais de 1.000 unidades vendidas por ano”, refere a empresa portuguesa.

O grupo Mitsui é um aglomerado de empresas, fundado em 1947, que se dedica a negócios ligados à venda de produtos e logística à escala mundial, financiamento e desenvolvimento de infraestruturas internacionais.

Somam-se projectos nas áreas do ferro, aço, minerais, sistemas integrados de transporte, química, energia, alimentação, e gestão de serviços ligados à indústria alimentar, saúde, novas tecnologias de comunicação e desenvolvimento corporativo de negócios.

Por sua vez, a CaetanoBus, fundada em 1946, por Salvador Fernandes Caetano, é considerada o maior fabricante de carroçarias e autocarros em Portugal, tendo autocarros para os segmentos de turismo, urbano e serviço de aeroporto.

Numa descrição disponibilizada à Lusa, a empresa diz ser “líder no mercado de autocarros de aeroporto COBUS, apresentando uma clara vantagem competitiva a nível mundial neste segmento, com uma quota de mercado superior a 75%”, o que corresponde a uma frota de cerca de 3.500 veículos em operação nos aeroportos de uma centena de países.


Dinheiro Vivo/Lusa, 02-02-2018

Descarregar artigo em formato PDF

Grupo japonês adquire 15% do negócio de autocarros da CaetanoBus

O grupo japonês Mitsu adquiriu 15% da CaetanoBus, participando minoritariamente no capital social desta empresa e no negócio de autocarros do Grupo Salvador Caetano, confirmou hoje a administração da firma portuguesa.

Numa resposta escrita enviada à agência Lusa, a CaetanoBus refere que esta operação estava a ser negociada desde 2016, tendo sido concretizada em 15 de Dezembro.

Em causa uma “participação minoritária no capital social da CaetanoBus e no negócio de autocarros do Grupo Salvador Caetano”, refere a nota.

“[Esta operação tem em vista] o desenvolvimento da mobilidade elétrica, a contribuição para a redução da poluição atmosférica, a expansão dos nossos mercados e a globalização dos nossos produtos”, acrescenta a administração da CaetanoBus que se localiza em Vila Nova de Gaia, distrito do Porto.

Por sua vez, a sociedade de advogados MC&A conta, em comunicado, que prestou assessoria jurídica ao grupo Mitsui no âmbito da operação de aquisição da participação de 15% da CaetanoBus, descrevendo a empresa japonesa como “uma das principais empresas mundiais de comércio e investimento em conjunto com o grupo Salvador Caetano”.

Já a resposta da CaetanoBus mostra expectativa de que o grupo Mitsui “irá contribuir para a promoção dos autocarros eléctricos da CaetanoBus para a Europa, Ásia e para o resto do mundo.

“Com a aliança entre a CaetanoBus e a Mitsui pretende-se que, em termos de vendas, o e.City Gold e o chassis eléctrico, representem já em 2025 mais de 1.000 unidades vendidas por ano”, refere a empresa portuguesa.

O grupo Mitsui é um aglomerado de empresas, fundado em 1947, que se dedica a negócios ligados à venda de produtos e logística à escala mundial, financiamento e desenvolvimento de infraestruturas internacionais.

Somam-se projectos nas áreas do ferro, aço, minerais, sistemas integrados de transporte, química, energia, alimentação, e gestão de serviços ligados à indústria alimentar, saúde, novas tecnologias de comunicação e desenvolvimento corporativo de negócios.

Por sua vez, a CaetanoBus, fundada em 1946, por Salvador Fernandes Caetano, é considerada o maior fabricante de carroçarias e autocarros em Portugal, tendo autocarros para os segmentos de turismo, urbano e serviço de aeroporto.

Numa descrição disponibilizada à Lusa, a empresa diz ser “líder no mercado de autocarros de aeroporto COBUS, apresentando uma clara vantagem competitiva a nível mundial neste segmento, com uma quota de mercado superior a 75%”, o que corresponde a uma frota de cerca de 3.500 veículos em operação nos aeroportos de uma centena de países.


Diário de Notícias, 02-02-2018

Descarregar artigo em formato PDF

“Situação de Moçambique já esteve pior”

Advogado em Moçambique há quase 10 anos, Carlos Freitas Vilanculos conhece o mercado local e acha que este é um “excelente momento para retomar projectos e investimentos suspensos”, depois do fantasma da descoberta das dívidas ocultas. Em entrevista ao Jornal Económico, o responsável pelo escritório parceiro da MC&A afirmou que “a situação política e sócio-económica do país já esteve pior do que a actual”.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um crescimento de Moçambique de 5,3% para 2018, mas continua de pé atrás em relação ao apoio ao país enquanto não for resolvida a questão das dívidas ocultas, estimadas em dois mil milhões de dólares (cerca 1,7 mil milhões de euros).

“As dívidas continuam a ser uma sombra para a economia nacional, bem como para todos os moçambicanos. Temos esperança de que rapidamente sejam esclarecidas todas as dúvidas e apurados os responsáveis”, argumenta, acrescentando que parceiros internacionais se ressentiram e suspenderam apoios ao governo.

O advogado, que presta assessoria jurídica a operações de financiamento e M&A no país, confessa que, durante o período de maior crise, sentiram diversas vezes o feedback negativo por parte dos clientes, fruto da falta de liquidez financeira. Enquanto assessores jurídicos, procuraram mostrar que investir fora da Europa é sempre um risco, acreditando, por outro lado, que outras oportunidades iriam compensar o negócio.

Para a equipa local da MC&A, a produção de carvão e o aumento da grafite e das pedras preciosas serão motores de arranque da economia no próximo ano. “Hoje, o cenário é de recuperação e de esperança para todos os players, e Moçambique está num excelente momento para retomar os projectos e investimentos suspensos”, assinala o advogado. Ainda assim, Carlos Freitas Vilanculos diz que Orçamento do país para 2018 “é mais platónico do que realista considerando que o metical continua instável face ao dólar e ao rand”.

Enquanto a economia ainda recupera do encarecimento dos produtos básico e do crescente número de refugiados, depois dos confrontos entre o governo e a Renamo, fluem os acordos no sector energético. Daqui a cinco anos deverá começar a produção da exploração de gás natural no país, um dos saltos importantes no Oil & Gas. Na Bacia do Rovuma, está entregue a um consórcio formado pela Eni East Africa (70%) e pela Galp, Empresa Nacional de Hidrocarbonetos de Moçambique e Kogas (10% cada). Carlos refere que a “assinatura destes acordos entre o governo e as concessionárias inclui licenças especiais que beneficiam as multinacionais Eni e Anadarko”.

Reeleição de Filipe Nyusi

Reeleito em Setembro, presidente Filipe Nyusi apresentou o Comité Central da Frelimo com um discurso que Carlos caracteriza dos “mais desafiadores do partido, virado para a vanguarda” e voz dos seus problemas internos. O povo está esperançoso de que em breve existirão “medidas concretas para combater a corrupção”.

No país que está no ‘top 3’ de países lusófonos com a população mais jovem, quem parece esquecida é esta faixa etária. Para o líder da CF&A, os jovens que compõem o actual governo têm pouca capacidade decisória e iniciativa ‘casa jovem’ foi um fracasso. “Os jovens mobilizaram os seus pacatos fundos para concorrer a uma habitação e, até ao presente momento, nenhuma casa foi disponibilizada”, explica.


Jornal Económico, 13-11-2017

Descarregar artigo em formato PDF

MC&A e Mauro Mota Veiga distinguidos nos “2017 Legal Awards”

A sociedade de advogados MC&A anuncia que acaba de ser premiada pela publicação “Acquisition International” como “Best M&A Law Firm 2017”, no âmbito dos “2017 Legal Awards”, assim como o responsável do seu desk em Angola, Mauro Mota Veiga (na foto), com o prémio “Corporate Law Attorney of the Year” para o mercado angolano.

Vítor Marques da Cruz, sócio fundador da MC&A, considera que ambas as distinções “vêm confirmar a dedicação e o trabalho que temos vindo a realizar no âmbito da assessoria jurídica, em operações internacionais relacionadas com fusões e aquisições, com especial enfoque no mercado africano”. O líder da MC&A destaca ainda o prémio individual do advogado Mauro Mota Veiga, “que tem feito um trabalho excelente à frente do nosso desk em Angola, prestando um apoio efectivo no acompanhamento dos nossos clientes, um aspecto que aliás pauta a nossa actividade nos países onde actuamos”.

Por sua vez, Mauro Mota Veiga, entende que “este prémio vem confirmar os bons resultados que temos tido nos últimos anos em Angola, um pouco em contraciclo à situação de várias empresas presentes neste mercado”. O responsável pelo desk da MC&A em Angola, explica que “os clientes a quem temos prestado assessoria jurídica estão determinados a investir e crescer dentro do país e esse investimento a longo prazo, tem feito toda a diferença nos seus resultados financeiros, trazendo igualmente novas oportunidade de negócio, em que o nosso papel é o de facilitar todo o processo”.

A sexta edição dos “Legal Awards”, da “Acquisition Internacional”, conta com centenas de categorias, que proporcionam aos premiados a possibilidade de marcarem presença numa “montra internacional”, que destaca os profissionais mais dedicados, cujo trabalho, experiência e diligência aumentaram a influência do mercado legal em geral e apoiaram os seus clientes. As votações para atribuição destes prémios são feitas por clientes, por profissionais da área, pelos assinantes da “Acquisition Internacional” e por diversos especialistas do sector.

A “Acquisition International” é uma publicação mensal que procura informar, influenciar e moldar a conversa corporativa a nível global, combinando uma pesquisa editorial, rigorosa de alta qualidade, com uma rede mundial experiente e dedicada de conselheiros, especialistas e colaboradores.


Advogar, 11-10-2017

Descarregar artigo em formato PDF

Ao continuar a utilizar este site, concorda com a nossa política de Cookies | mais informação

The cookie settings on this website are set to "allow cookies" to give you the best browsing experience possible. If you continue to use this website without changing your cookie settings or you click "Accept" below then you are consenting to this.

Close